quinta-feira, 15 de julho de 2010

MÃO NA CABEÇA

MÃO NA CABEÇA, FOI O QUE O MEU IRMÃO OUVIU NUMA MANHÃ DE INVERNO AO SUBIR O MORRO PRA TRABALHAR.
Ai, que não queria dizer...mas preto trabalhando na periferia vai ser sempre suspeito, na real vai ser suspeito em qualquer lugar. Meu maninho indo trabalhar no frio de porto alegre, touca na cabeça, jaquetão e uma mochila cheia de... instrumentos, livros, sonhos e esperanças. Sorte que não aconteceu nada de ruim, o que ele tinha na mão fechada? A passagem do ônibus!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

GRUPOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

SABE QUANDO TU OLHAS PARA O LADO E SABE QUE PODE CONFIAR?
QUANDO AS PESSOAS QUE ESTÃO AO TEU LADO SONHAM E BATALHAM PRA CONCRETIZAR O QUE DESEJAM?


AQUELA ALMA DE ARTISTA QUE GRITA, QUE PENSA COM CUIDADO NAQUILO QUE VAI FAZER, ONDE CADA UM CONSTROI UM PEQUENO PEDACINHO DA OBRA DE ARTE. ONDE CADA UM SABE O SIGNIFICADO DE CADA FRASE, E SE NÃO SABE VAI EM BUSCA DAS RESPOSTAS... ONDE SE VAI TENTANDO TOCAR UM TAMBOR AQUI, UM AGOGÔ ALI, MESMO QUE SAIA ERRADO. TÁ ACABA NÃO INDO PRA CENA, MAS O IMPORTANTE É QUE TÁ ALI, VIVO DENTRO DO "SER" ARTISTA,  E... UM DIA BROTA, VINDO COM UMA FORÇA AVASSALADORA! E TU ARREGAÇA AS MANGAS NUM DIA E NO OUTRO É O COMPANHEIRO AO LADO, AS VEZES SÃO TODOS... ONDE SE APRENDE ESCUTANDO, QUESTIONANDO E FAZENDO!

GRUPO É ONDE SE ERGUE UM TRABALHO COM BRILHO NOS OLHOS, COM SORRISO NO ROSTO. E TAMBÉM SE ENCONTRANDO PARA COMER JUNTOS, POIS É NESSA HORA EM QUE AS IDEIAS SURGEM, AFINAL SACO VAZIO NA PARA EM PÉ!

É AQUELE QUE BUSCA A SOBREVIVÊNCIA, MAS COM ÉTICA E PRINCÍPIOS.
QUEREMOS TRABALHAR COM DIGNIDADE, MAS DEVEMOS DEVOLVER ALGO IGUALMENTE DIGNO A SOCIEDADE.

"SER ATOR NÃO É UTILIZAR UMA CASCA EXTERIOR COMO DISFARCE"

HOJE ESTOU APAIXONADA POR "MINAS DE CONCEIÇÃO EVARISTO", POR ISSO ESCREVI TUDO ISSO.

MINAS E MINOS, AMO VOCÊS.

VERA TE CUIDA, TUDO VAI DAR CERTO!

 

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Estou buscando a identidade?

Hoje estou afim de escrever, é que meu irmão acabou de sair aqui de casa, ele está cursando música no IPA, pra variar somos sempre a voz solitária na academia. Não quer dizer que somos os únicos negros na sala (sempre tem mais dois), mas somos aqueles com coragem de falar do nosso povo, defender o que fomos, o que somos (Vá fundo meu irmão!!!).

Como diz Vera Lopes: "precisamos sempre provar a nossa sanidade". É que meu irmão acaba de descobri Carlos Moore, imaginem só! Em seu mais recente livro o homem diz que Marx era racista?! Agora ele saí por aí contando tudo aquilo que esse grande estudioso coloca em suas obras, mas os colegas não acreditam. Resolve mostrar a biografia do "Cara", e eles ficam de boca aberta. É lindo quando começamos a descobrir o outro lado da  história, quando encontramos grandes intelectuais negros, aí o mundo que eles nos apresentaram começa a ruir. Precisamos ocupar espaço, dialogar com o outro. O conhecimento transforma o homem, e este conhecimento de várias formas nos é negado.

Contruir identidade é dificil:
Conta uma atriz negra que estava no Teatro São Pedro e senhoras Lisas reclamavam de seu cabelo crespo e volumoso, pois ele atrapalhava a visão da peça. O que desejavam aquelas senhoras?

Uma outra atriz conta que por muitos anos ficou sem comer banana na rua, pois na infãncia levou banana de lanche e os coleguinhas a chamaram de macaca. Com um pouco mais de 30, ela, num belo dia de sol, se vê já no portão de casa com uma banana na mão, parou, sorriu e seguiu em frente saboreando a fruta.

Uma outra atriz, que é mãe, ativista social, certa vez foi apresentada a Luiz Melodia, na época era diarista. Sua patroa disse: essa é minha empregada. Luiz respondeu: não, ela é uma princesa africana! Na época ela não entendeu aquelas palavras, hoje diz: é claro meus ascentrais foram sequestrados de seus paises, eu poderia sim ser uma princesa africana. Vou mais longe ou mais perto, ela não era uma empregada, ela era uma pessoa, pessoa que tem nome, que tem identidade. Ela não é uma função.

Por algum tempo pensei que não poderia representar uma fada, afinal nunca tinha visto fadas negras.
Me olhava no espelho e não gostava do que via, tinha alguma coisa no meu sorriso que incomodava, eram os dentes, grandes demais, o corpo nem se fala, me perguntava pra que um quadril tão largo??? Certo dia via uma senhora negra no filme Atlântico Negro, gente ela era linda, seus dentes iguais aos meus. Desencanei e a cada dia vou desencanando mais, reconstruindo minha identidade.

Estou fazendo um curso de resgate de toques africanos. Todos sabem que sou inimiga do ritmo, mas não importa estou ouvindo, aprendendo e gostando do que vou descobrindo. Fui conversar com minha mãe e descobri que minha avô materna era irmã de Santo do Zé da Saia, a Mãe Xica do Ogum. Que era irmã carnal da Mãe Maria do Rgongo.



Estou buscando a identidade? Ou ela que está me procurando?



segunda-feira, 28 de junho de 2010

BATUQUE TUQUE TUQUE NO LAI LAI APEJO

ESTÁ BEM EM CIMA DA HORA, MAS VALE A PENA CONFERIR O EVENTO.

Vera Lopes, Abi Ase, Pâmela Amaro e Eu faremos a abertura do evento com o Recital Poético Musical Batuque tuque tuque- Oliveira Silveira. Quem puder compareça!

O V Lai Lai Apejo - Seminário Nacional de DST/AIDS e Saúde da População Negra tem a intenção de debater, durante os três dias do encontro, políticas públicas para esse segmento da sociedade.
A Associação Cultural de Mulheres Negras (ACMUN) juntamente com a Rede Nacional Lai Lai Apejo: População Negra e HIV/Aids realizam nos dias 28, 29 e 30 de junho o V Seminário Nacional Lai Lai Apejo, que significa "Encontro Para Sempre" em expressão iorubá, no Hotel Continental em Porto Alegre.
Com o objetivo de contribuir para a articulação das organizações civil, profissionais e gestores para a proposição, monitoramento e avaliação das políticas públicas, ações, programas e projetos governamentais, na área da saúde, na perspectiva de combate ao racismo institucional, em saúde da população negra. O termo racismo institucional busca dar visibilidade a processos de discriminação indireta que ocorrem no seio das organizações.


A programação consiste em debates, palestras, mini-conferências e apresentações culturais. Os temas abordados durante o seminário serão sobre "Análise de Conjuntura: Políticas Públicas de Saúde no Brasil e no Mundo", além de "Produção de Conhecimento Científico – População Negra e HIV/Aids", " Nascer, Viver e Envelhecer: Pessoas vivendo com HIV/Aids (Situação do Sujeito)" e "Experiências em HIV/Aids e População Negra".
Lai Lai Apejo é um encontro estratégico que tem como foco principal debater temas sobre a saúde da população negra. Promovido, inicialmente pela ACMUN, da cidade de Porto Alegre/RS, desde 2002, se torna um marco na história da capital gaúcha. Esta iniciativa propicia troca de experiências e saberes entre os participantes e prevê a luta em defesa da equidade de gênero e raça/etnia. O encontro em si, já reuniu centenas de pessoas desde sua criação, que através de troca de experiências procuram encontrar soluções para os problemas existentes na sociedade.

O Quê: V Seminário Nacional Lai Lai Apejo

Onde: Hotel Continental, Largo Vespasiano Julio Veppo, número 77, próximo a estação rodoviária de Porto Alegre

Quando: 28, 29 e 30 de junho

segunda-feira, 21 de junho de 2010

SE A INSPIRAÇÃO ANDA FUGIDIA, A POESIA ENTRA EM CENA


Ando com muito trabalho, professorando e atuando...
Hoje a poesia traduz meu sentimento:

OS SONHOS

Os sonhos foram banhados
nas águas da miséria
e derreteram-se.
Os sonhos foram moldados
 a ferro e fogo
e tomaram a forma do nado
Os sonhos foram e foram.
Mas crianças com bocas de fome
ávidas, ressuscitaram a vida
brincando anzóis nas correntezas
profundas.
E os sonhos, submersos
e disformes
avolumaram-se engradecidos
anelando-se uns aos outros
pulsaram como sangue-raiz
nas veias ressecadas
de um novo mundo.

TODAS AS MANHÃS

Todas as manhãs acoito sonhos
e acalento entre a unha e a carne
uma agudíssima dor.

Todas as manhãs tenho os punhos
sangrandos e dormentes
tal é a minha lida
cavando, cavando torrões de terra,
até lá, onde homens enterram
a esperança roubada de outros homens

Todas as manhãs junto ao nascente dia
ouço a minha voz-banzo,
âncora dos navios de nossa memória.
E acredito, acredito sim
que os nosso sonhos protegidos
pelos lençois da noite
ao se abrirem um a um
no varal de um novo tempo
escorrem as nossas lágrimas
fertilizando a terra
onde negras sementes resistem
reamanhecendo esperanças em nós.

(Poemas de Conceição Evaristo)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

ESTREIA DO BRASIL NA COPA E ANO DE ELEIÇÃO

É minha gente, o Brasil estreia amanhã na copa! Vamos entrar naquela momento em que tudo para e juntos milhões de Brasileiros torcem pela seleção, daí o povo até esquece que é ano de eleição...depois de quase um mês na torcida voltaremos a ver a realidade dura desta nação...


Mas vou mudar de assunto, eu lembro da copa de 2006! Foi um ano fantástico pra mim, pois havia passado na UFRGS e estava para estreiar "A mais-valia vai acabar seu Edgar", texto do Vianinha. Gente eu estava bombando(as festinhas da ufrgs que o diga!!!), quando o Brasil dava indicios que iria perder, Leila, Adriane e eu começamos a pensar na copa de 2010...como estaríamos, o que teríamos realizado, qual o maior desejo pra 2010? Eu quero estar formada? Uhuuu, esse eu consegui!!!!! Queria outras coisas que ainda não se realizaram, mas quem sabe em 2014?!!!!

As músicas que eu ouvia na época ainda estão tocando na memória e valendo no presente:

CIRCO
"Te conhecer e seduzir
ver o circo tolo acontecer
basta ter fé, nos omitirmos
construirmos nossa prisão...

Quando saímos pra tomar café
o Brasil era o país do futebol
era a patria na ponta dos pés
o Brasil tinha perdido o mundial
te prometer todo o infinito do teu ser
basta ter fé, admitirmos
garantirmos nossa prisão...

Na cachola o som do Bedeu
Pau Brasil no mundo virtual
na vitrola Bob Marley
The Wailers e todo o ritual"

LÁ NO GUETO

"Tem um cara lá no morro
na favela, lá no gueto
lá no gueto

Ele anda pelos becos
apertando a mão dos pretos
nos chamando de irmão
falando em revolução

Ele diz que elite é burguesia
por temer a rebeldia
fala em repartir o pão

Nos chamando de irmão
falando em revolução"

(As duas músicas estão no cd "A mão do justo" da banda Gaúcha produto nacional, NÃO É PROPAGANDA, mas sim informação!).


Então vamos a COPA 2010!

terça-feira, 8 de junho de 2010

Meu amigo Don Pepe de Nápole

Gente no finde fiquei bem feliz de ver meu amigo Luisão (mais uma vez!!!)na telinha da Globo.
Todos sabem o quanto é difícil chegar na UFRGS, quem dirá ele que chegou aos 46, passou por poucas e boas com colegas, professores, estágio de docência e tcc. Mas juntinho comigo, chegou ao fim do curso e começo de carreira, ganhou neste ano Açorianos de melhor ator coadjuvante, trabalhou com a Rainha do Baixinhos e sábado passado contracenou com o Toni, é o Ramos. Fico feliz por ti Luisão, mais feliz ainda quando ligas pra saber como está essa amiga aqui. Te adoro amigão, sucesso na carreira. Vamos planejando nossa estreia nos palcos, hehehehhehehe.
Participação dele em Passione
http://www.youtube.com/watch?v=wc9kb8UAUL0

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Mangás, Shakeaspeare e Zumbis da Pedra...

O blog é bom porque vou exercitando a escrita, hoje quero falar de literatura. Agora que estou dando aula, mais do que nunca, preciso estar atenta a tudo a minha volta. Esses dias pedi que cada aluno levasse para a aula um objeto que gostasse muito, uma das alunas chegou com um Mangá. Contou uma história realmente interessante, ficou até de me emprestar a revista.

Na sexta, dia 4 de junho, era para emendar feriadão (afinal a escola estaria fechada), mas os alunos queriam aula. Resolvi dizer que a aula de sexta seria diferente, pois iríamos ler uma peça teatral... mas fui interrompida por um grito: Shakespeare, sora! Outro grito: Romeu e Julieta! Não Sora, aquela peça Sora, ai esqueci o nome... respondi: Sonho de uma noite de verão? É isso Sora!

Onde dou oficina mesmo? Ah, no morro Stª Teresa. Pois é gente as aparências enganam. “A favela nunca foi reduto de marginal, ela só tem gente humilde e marginalizada e essa verdade não sai no jornal”.



Voltemos a literatura, faz tempo que desejo escrever sobre um livro que li recentemente, chama-se “Os zumbis da Pedra”, escrito por Manoel Soares e Marcos Cena. Não encarem como uma crítica, mesmo porque não sou especialista no assunto, são reflexões que me tocaram como leitora e profetriz.


Posso dizer que é um livro de fácil leitura, num primeiro momento pode parecer infanto-juvenil, mas é um tema universal. Porquê? Porque fala de um problema que não está escolhendo classe social, o Crack. Moro na periferia de Porto Alegre e vejo pessoas com que convivia há dez, doze anos transformadas, hoje, em Zumbis, tal como alguns personagens do livro.

É triste ver essa realidade e nada poder fazer. Eram meus amigos e hoje eu não os reconheço, andam na penumbra pela vila, de tão magros escondem o rosto. Das poucas vezes que um me reconhece, diz que eu sou a mulher mais bonita da vila. Meu amigo tem vergonha de ser o que é, dentro daquele corpo tenho certeza que aquele velho amigo ainda vive, ai que agora estou chorando...

Voltando ao livro: as ilustrações lembram a revista de mangá que minha aluna levou pra aula, é todo preto e branco, o que remete ao clássico bem e mal, luz e escuridão. Mas se cai nas mãos de uma criança, certamente ficará cheio de cor. Acredito que esse livro poderia sim ser trabalhado nas escolas, uma vez que trata de um tema que está batendo na porta de todas as classes sociais. A prevenção é a melhor forma de lutar contra a malvada da pedra, a linguagem é acessível e o tema relevante para a sociedade.

Falar de drogas é sempre complicado, poderia ser um livrinho bobo que falasse não use drogas porque faz mal, entretanto, em os Zumbis da Pedra, nos é apresentado como a droga afeta toda a estrutura de uma família, como destrói vidas e sonhos. E faz isso sem usar estereótipos. Por exemplo: falar de pedra lembra menino de rua, que por sua vez lembra favela, que lembra negro. Certo? Errado!

Foi isso que me encantou no Zumbis, não encontrei aquilo que Leda Martins fala em A cena em sombras, “do negro num papel caricatural, pernicioso e/ou criminoso, onde o signo negro estava intimamente identificado com um valor depreciativo”.

Nesse livro o problema do crack afeta uma família de classe média, branca (assim é o que percebo através das ilustrações), o negro que poderia ser o usuário ou traficante, aqui é um super herói. E isso é fantástico, uma referência positiva pra juventude negra e não negra. A literatura está mudando e isso é animador. Acho que esgotei as palavras está dado o recado. Não sei se fui clara, mas fica a dica de leitura. Abram o livro e descubram a ficção-real.



Negratriz, diz: leiam

O escudeiro da Luz em os Zumbis da Pedra (escrito por Manoel Soares e Marcos Cena, ilustrações de Daniel Santos e Dango Costa)
A cena em Sombras de Leda Maria Martins (se quiserem compreender meu pensamento quanto ao super-herói negro)



terça-feira, 1 de junho de 2010

Chico é sempre Chico

O moço na foto acima é bem vindo em todos os lugares.

O meu amor tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca quando me beija a boca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada



O meu amor tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos, viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo, ri do meu umbigo
E me crava os dentes



Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
Que me deixa maluca, quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba mal feita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita

O meu amor tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios, de me beijar os seios
Me beijar o ventre e me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo como se o meu corpo
Fosse a sua casa


Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A ÚNICA COISA CONSTANTE É A MUDANÇA



Sem muitas palavras:  momento de transição, de frio na barriga, de amores e desamores. De realização, de construção e desconstrução. Momento de escolher caminhos, porque por mais que a gente tente nunca é um só...
Eitcha negrinha abusada, quando eu era criança a Dona Dina, vó da Sele, me chamava de nega do Doce. Depois de tantos anos começo a compreender o que ela queria dizer. Bom reencontrar velhos amigos, bom conhecer novos amigos, bom variar os campos de atuação. Bom viver sempre essa transformação.
MUDAMOS O TEMPO TODO, QUE BOM!!!